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São Paulo passa a utilizar arma antidrone para impedir entregas aéreas em presídios

São Paulo passa a utilizar arma antidrone para impedir entregas aéreas em presídios

Estado tenta evitar que celulares e drogas cheguem por meio de drones aos 176 presídios atentando para os que têm maior incidência do uso.



O estado de São Paulo começou a usar uma arma nova para impedir que drones levem celulares e drogas para dentro dos presídios.

A arma é grande. Pesa uns 12 quilos, e parece aquelas dos filmes de ficção científica. Mas não dispara balas, nem raio-laser.

Em uma demonstração, o agente de vigilância penitenciária aponta para o céu à procura de drones. Depois do aviso de que o alvo foi localizado, entra em ação o sistema antidrone, que combina detecção de frequências e ondas de rádios, áudio e sensor óptico.

O dispositivo emite uma frequência que interrompe a comunicação entre o equipamento clandestino e o criminoso que estava no controle. Assim, o agente passa a comandar o drone. E pode, por exemplo, mantê-lo voando até que a bateria acabe. O drone cai e é destruído. Ou ainda, determinar o pouso perto dos agentes. Outra opção é usar o drone pra localizar o criminoso.

“Ele pode acionar uma função que faz com que o drone volte-se ao local de onde saiu, e a aí a gente consegue prender o operador do drone também”, explica Nivaldo César Restivo, secretário da Administração Penitenciária.


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